O humor sempre tem um alvo?

irina_1Em defesa de um humor sem limites (agressivo?), ouvimos muito essa frase: “O humor sempre tem um alvo”. O sentido que isso transmite ao comediante não é nada agradável, pois ele pode ser associado a alguém com uma arma na mão engatilhada para atingir alguém. Não é bem assim…
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O humor sempre tem um alvo?

Quanto mais regra, mais sem graça

zorratotalEsse é mais um texto falando contra quem está cagando criando milhões de regras para um dos atos mais nobres do ser humano: fazer rir. Aliás, vocês sabiam que o homem é o único animal capaz de rir e fazer rir? Aristóteles, por exemplo, associa o prazer do sorriso à felicidade humana. Portanto, acabar com o cômico é um crime contra a Humanidade e é contra isso que eu escrevo esse texto. Continuar lendo “Quanto mais regra, mais sem graça”

Quanto mais regra, mais sem graça

Somos todos minoria

obras-de-tarsila-do-amaral-operariosRecentemente, começaram a surgir inúmeras regras e normas de conduta para o humor. E, claro, todas essas fórmulas têm gerado legislação e código de ética inerente aos comediantes. Aqueles que não cumprem são publicamente punidos com a fogueira do ostracismo, do ódio, da intolerância, da negação (joga pedra na Geni). Todavia, já existe legislação que regula o limite do cômico e é ela que deve ser respeitada. Continuar lendo “Somos todos minoria”

Somos todos minoria

Quem não é “Je Suis Charlie” é Xiita

charlie_hebdoCalma, gente, esse título é somente uma provocação, algo para lembrarmos que devemos nos livrar do extremismo de quaisquer vertentes: religiosa, política, econômica e da higiene – pois, afinal, o que não mata, engorda. (leia mais) Continuar lendo “Quem não é “Je Suis Charlie” é Xiita”

Quem não é “Je Suis Charlie” é Xiita

“Sejem” bem-vindos!

A globalização do stand up, a popularização da internet e a crescente participação popular em fóruns de discussão – e tantos outros motivos – colocaram os limites do humor como uma temática recorrente em qualquer debate sobre liberdade de expressão, preconceito, bullying e democracia.

O propósito desse blog é discutir, de forma sensata e coerente, as polêmicas que envolvem o assunto cômico. Para isso, devemos entender que o riso é um produto pessoal que está ligado diretamente ao entendimento (ou desentendimento). Por conta disso, o que é engraçado pra mim, pode não ser pra você e vice-versa.

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“O riso é um afeto resultante da súbita transformação de uma tensa expectativa em nada” (KANT). O humor não admite regras. O cômico nasce da desconstrução da sociedade que ele reproduz a sua maneira.

Portanto, o humor tem sempre um fundo crítico. E, para todos os filósofos da área, essa é a principal função da piada: a crítica.

É comum ouvir por aí: vale-tudo para fazer rir. Não é bem assim. Não podemos ofender os coleguinhas e eles têm todo direito de, na forma da lei, recorrerem de um possível abuso.

“Os limites do humor” aparecem na discussão e, separadamente, eles existem. Mas cada caso é um caso e devemos analisá-los de forma isolada, pois, como já disse antes, não há fórmula no humor.

Essa análise que iremos fazer a cada postagem. Voltem sempre! Comentem. Xinguem. Sejam bem-vindos.

“Sejem” bem-vindos!